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quarta-feira, 6 de julho de 2011 0 comentários





Quero sentar na bancada da academia brasileira de letras
Na cadeira que era do Jô, que o Paulo Coelho sentou
Que era do Andrade, não do Mario nem do Osvaldo
Do Drummond, Carlos Drummond



Quero Romance, cega poesia
Porque como o Pero faz, a gente caminha



Já é séc. 21, ninguém acredita mais no Puro Ato, Primeiro Motor
Chame “o padre José de Anchieta, jesuíta que livra do capeta”


Quero viver o capitalismo absoluto na republica
Desaprisionar a alma do cárcere do corpo
E morto ir pro Édem, Jardim do Édem (quem é o Édem?)


Ao vencedor batatas
Ao perdedor, se cuida, chá de cicuta


Quanto vale um Picasso?
Ranca as orelhas Van Gogh de espanto
“E o tempo não para”
Queima as horas Salvador Dalí


Não me espere querida
Essa noite eu vou estar no castelo de Lorde Byron
Depois de passar na taberna pra conversar e boemia
Boemia a luz do luar


Eu sei onde está a pedra filosofia
Na tumba do faraó Quéops, pirâmides de Gizé
Eu vou lá buscar


Racional como Descarte, metódico Kafka a sabedoria de Sócrates
Quero pra mim
Racional como Descarte, metódico Kafka a sabedoria de Sócrates
Vou calcular como Blaise Pascal
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